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| Religião |
A gênese de nosso mundo, segundo a maioria das crenças, está centrada em Doah, o deus único, o senhor dos deuses. As diversas divindades que nos governam hoje, em sua maioria, foram mortais que chegaram ao status de deuses após compreender a verdade além de nosso mundo. Somente alguns têm origem misteriosa, alimentada por boatos de que são filhos de Doah. Muitos são conhecidos e venerados por milhares, enquanto alguns possuem pouquíssimos adeptos. Cada um tem sua função e é imprescindível para a evolução do mundo. Cada um tem seu plano de existência, que reflete sua função em Grinmelken. Cada um possui uma história épica, que conta como mortais tornaram-se deuses venerados, de poder e influências inimagináveis. |
| Amupherus - Divindade da Morte |
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Títulos Associados:Senhora dos Mortos, Guia das almas, Guardiã de Panteon . Símbolo Sagrado: Um Crânio encapuzado. |
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História: No princípio dos tempos, antes da Era da Ascensão, Daoh incumbiu à primeira entidade criada, a missão de guiar os mortos em seu processo pós-morte. No início, sua forma era a de uma luz muito brilhante, capaz de atrair as almas para si, fazendo-as deixar o corpo inútil, e segui-la para seu novo destino. Várias foram as almas guiadas mais de uma vez ao longo do eterno ciclo de retornos. E aos poucos Amupherus passou a ser conhecida pela função que exercia. Com a evolução dos seres do mundo e aumento de sua inteligência, a entidade guia passou a adquirir formas que fossem mais familiares aos falecidos, facilitando assim a aceitação da morte. Na Era dos Humanos, quando muitas eram as vidas que vinham e partiam do mundo, Amupherus tornou-se símbolo daquilo que a raça dos homens mais temia: o fim da existência. Então, a bela mulher de olhos negros que os elfos viam, a montanha imponente dos gigantes, ou o dragão colossal que os répteis alados procuravam no momento de sua morte, assumiu mais uma forma: o temor dos humanos lhe esculpiu na forma de um esqueleto em vestes fúnebres. A foice, utilizada para ceifar o trigo, ficou conhecida como sua ferramenta para ceifar a vida. Hoje, Amupherus é temida e adorada ainda em vida por representar o fim, que para os humanos é um destino inevitável que chega mais rápido que para qualquer outra raça. |
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| Uranus - Divindade da Magia |
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Títulos Associados:Guardião do Conhecimento, Mestre da Magia, Senhor dos Segredos Infinitos. Símbolo Sagrado: Círculo de runas com dois dragões no centro, um negro e um branco, entrelaçando-se. |
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História: Legon foi o filho mais velho do lendário Oberon. Havia sido rejeitado pelo pai, antes mesmo que o livro de Melken fosse aberto. Mas quando repleto de poder, o mago lembrou-se de seu sangue e decidiu compartilhar com sua linhagem o controle do mundo ignorante. Então ele apresentou a magia ao seu filho e lhe ofereceu o poder. O jovem não recusou e tornou-se aprendiz de seu pai. Uma nova era iniciou-se e, aos poucos, Oberon revelou seu plano visionário ao filho. As pessoas à sua volta foram oprimidas aos poucos. Primeiro pequenas vilas, depois feudos e, por fim, reinos. Oberon agiu com tirania, eliminando inimigos com o estalar de dedos. Não havia resistência para sua vontade. Enquanto isso, seu filho manteve-se omisso quanto à sua opinião, contrária às atitudes do pai. Sabia, porém, que Oberon conseguiria realizar o que queria e que o mundo seria atirado à escuridão. O equilíbrio seria rompido e a vida perderia seu sentido, escravizada pela vontade de um único homem. Por causa disto, filho tramou contra pai e, traindo sua confiança, após um século, ele roubou o livro de Melken e desapareceu. O poder de Oberon, seu pai, era gigantesco, mesmo sem o livro, e Legon limitou-se a fugir e aguardar seu tempo de agir. De posse do artefato, Legon estudou arduamente. Em sua fuga, viajou pelos outros continentes até chegar ao extremo norte, onde o gelo reina absoluto e a vida não existe. Lá, criou sua morada final. Os anos se passaram e ele julgou-se pronto para enfrentar o pai. Mas quando voltou seus olhos à humanidade, descobriu que Oberon já havia sido deposto. Ao contrário do que imaginara, o mundo havia encontrado o equilíbrio. Seus pensamentos então, projetaram o futuro e ele viu em si uma ameaça para o frágil equilíbrio. Decidiu, por fim, partir. Convocou elementais e pesquisou sobre os outros planos e a história do livro. De posse desse conhecimento, encontrou os herdeiros do legado dos Miwa, a raça perdida que havia criado a magia, e entregou-lhes o livro e a responsabilidade sobre ele. Depois, abriu um portal para outro plano de existência e partiu do mundo para nunca mais retornar. Sua jornada estendeu-se por todos os planos de existência e ele encontrou seu destino ao trespassar uma porta selada. Havia encontrado a "biblioteca eterna", a essência do conhecimento dos universos. Ali permaneceu, estudando continuamente, até que Daoh, o deus único, veio a ele. O criador havia encontrado a alma ideal para ser o guardião dos mistérios infinitos e fez dele deus. O homem aceitou e, mesmo relutante, fez um único pedido: que Daoh apagasse da história seu nome e passado. Naquele momento, nascia Uranus. |
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